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A SEMANA SANTA CELEBRA A PAIXÃO, A MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO.

A Semana Santa é um período religioso do Cristianismo e do Judaísmo que celebra a subida de Jesus Cristo ao Monte das Oliveiras, a sua crucificação e morte na cruz e a sua ressurreição.

História: Após a morte e ressurreição de Jesus, a Páscoa era celebrada a cada domingo, como nos atesta o Evangelista Jo 20,19.26, Mc 16,12 e Lc 24,36. Mas já no século II passaram a escolher um domingo especial e, a cada ano, celebravam a Páscoa, ou seja, a Ressurreição de Cristo. Para isso foi utilizado o período da Páscoa judaica, que ocorre no 14º dia do mês de Nisã.

Considerando que Cristo ressuscitou no domingo, veio a se estabelecer que a Páscoa cristã é celebrada no primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera.

No século IV, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Cristo. Pelo sacrifício de Cristo na cruz e sua saída, vivo do sepulcro.

Jerusalém, por ter sido o local desses acontecimentos, é que deu início a essa tradição, seguida pelas demais igrejas. Assim à sexta-feira comemora-se a morte de Jesus Cristo, o sábado, dia de silêncio e recolhimento interior em respeito à morte do Senhor e de todos os que morreram acreditando e esperando nas promessas de Deus no Antigo Testamento; à noite do sábado e ao domingo a festa da ressurreição.

Na medida em que aumentava o número de cristãos, foi necessário organizar e fixar datas para comemorar a Ressurreição. Assim, conservou-se o seu sentido primeiro de libertação. Para os judeus, a Páscoa é a celebração da libertação da opressão vivida no Egito, de onde saíram liderados por Moisés. Para os cristãos, a Páscoa celebra a libertação da opressão do pecado, de todas as suas conseqüências e da morte, resgatados pelo sacrifício de Cristo na cruz e sua saída, vivo do sepulcro.

O Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a Entrada de Jesus Cristo na Cidade de Jerusalém para a Festa da Páscoa Judaica. Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho – simbolo da humildade – e foi Aclamado o Messias, Rei de Israel.

O sentido da festa do Domingo de Ramos: A entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e A Entrada de Cristo na sua Paixão. Essas duas realidades estão intimamente unidas. A Igreja nos convida a refletir que o mesmo Cristo aclamado Rei pela multidão no Domingo, é cruficidado sob o pedido da mesma multid??o na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos Acontecimentos da Semana Santa, e também sua solene abertura.

A Quinta feira Santa

Os ofícios da Semana Santa chegam à sua máxima relevância litúrgica na Quinta-Feira Santa, quando começa o Tríduo Pascal, culminando com a Vigília do Sábado de Aleluia, a Ressurreição de Jesus Cristo

Na Missa dos Santos Óleos ou Missa do Crisma, a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a Bênção dos Santos Óleos, Batismo e Unção dos Enfermos, e a Consagração do Óleo do Crisma, usados ao longo do ano em todas as Paróquias da Diocese. Os padres fazem a Renovação das Promessas Sacerdotais.

Adquire especial importância de símbolo e de desafio para nossa vida o lava-pés, realizado em memória do gesto de Cristo para com os seus apóstolos antes da última ceia.

Na Quinta-Feira Santa, Cristo Ceou com seus Apóstolos, seguindo a tradição judaica do Sêder de Pessach, onde se deveria cear um cordeiro puro; com o seu sangue, deveria ser marcada a porta em sinal de purificação; a fim de que o anjo exterminador poupasse o primogênito da família da casa assinalada (décima praga) (Êxodo). Para nós o Cordeiro Pascoal é o próprio Cristo, Entregue em Sacrifício pelos nossos pecadose dado como Alimento no Pão Consagrado.

Sexta-feira Santa

Sexta-feira Santa, ou “Sexta-feira da Paixão”. É a data em que celebramos a Condenação, a Paixão, a Crucificação, a Morte e o Sepultamento de Jesus Cristo. A Igreja nos exorta a que neste dia observemos alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Jejum, Oração, Silênci e Abstinência de Carne, Via Sacra, Oração do Terço ou do Rosário, etc…

As regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no Sábado Santo se proste de joelhos diante do crucifixo como reverência ao máximo ato de amor e doação de Cristo na Cruz.

Celebração da Paixão do Senhor: Neste dia, a liturgia proibe a celebração da Santa Missa e toda a liturgia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende nos Introduzir no Mistério do Sofrimento e da Morte de Jesus, que aparece como uma ação livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

A veneração da Cruz, Sinal da Salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo Crucificado.

A Comunhão Eucarística é, a forma mais perfeita de União com o Mistério Pascal de Cristo, e por isso ponto culminante na nossa união com Cristo Crucificado. Comungamos do pão consagrado no dia anterior para exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

As Preces ou Oração Universal quer expressar a universalidade da salvação que é oferecida a todos em Cristo.

Uma tradição antiga, ainda em muitos lugares concluem as açoes liturgicas deste dia com uma reflexão sobre As sete palavras de Jesus  em seus últimos momentos. (é lógico que se trata de um apanhado nos Evangelhos e não de um fato. Seriam elas:

1.Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a);
2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43);
3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27);
4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34);
5. Tenho sede. (Jo 19,28 b);
6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a);
7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b).

O Sábado Santo

O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, assim como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações são as que fazem parte da Liturgia das Horas. São permitidas confissões e se necessário exéquias, mas sem Celebração de Missa. A distribuição da sagrada Comunhão Eucarística só é permitida sob a forma de Vi??tico aos Doentes.

No Sábado Santo, é Celebrada a Vigília Pascal depois do anoitecer, quando tem início à Páscoa.

A Vigília Pascal é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a Primeira Celebração Oficial da Ressurreição de Jesus. Historicamente, é durante essa celebração que as pessoas (especialmente adultos) são batizados e adultos catecúmenos são recebidos em plena comunhão com a Igreja. É realizada nas horas de escuridão entre pôr-do-sol do Sábado Santo e o amanhecer do Domingo da Páscoa. A principal caracteristica Liturgica do tempo Pascal é o Canto do Glória e do Aleluia junto com a Proclamação da Páscoa cantada solenemente.

A Vigília Pascal consiste de quatro partes: 1)Breve Lucernário – 2)Liturgia da Palavra – 3)Liturgia Batismal – 4)Liturgia Eucarística

A Vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da Igreja, onde o fogo é abençoada. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio ou vela pascal é abençoado com um rito muito antigo e solene. Esta vela pascal será usado em toda o Tempo Pascal, permanecendo no templo, e durante todo o ano em batismos, Crismas e funerais, lembrando a todos que Cristo é a “Luz do Mundo”. Colocada num lugar dignamente preparado o Círio Pascal é incensada e solenemente  se entoa o canto Exulted, de tradição milenar. Conhecido também como Proclamação da Páscoa, ou Pregão Pascal“. Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem a Vitória de Cristo sobre a morte, passando pela libertação do Egito e até mesmo agradecendo a Adão pelo seu pecado “indispensável”, pois as consequências de tal pecado foram o motivo da Encarnação, Morte e Ressurreição de Cristo.

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego ??s?a) é a maior e a mais importante festa do Cristão. Na Páscoa celebramos a Ressurreição de Jesus Cristo.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa Cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida). Para nós a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte garantindo a todos os que aderem a Cristo e o seguem a Vida Nova na Ressurreição.

Feliz e Santa Páscoa a todos

Padre José Luis Beltrame

A SEMANA SANTA CELEBRA A PAIXÃO, A MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO.

A Semana Santa é um período religioso do Cristianismo e do Judaísmo que celebra a subida de Jesus Cristo ao Monte das Oliveiras, a sua crucificação e morte na cruz e a sua ressurreição.

História: Após a morte e ressurreição de Jesus, a Páscoa era celebrada a cada domingo, como nos atesta o Evangelista Jo 20,19.26, Mc 16,12 e Lc 24,36. Mas já no século II passaram a escolher um domingo especial e, a cada ano, celebravam a Páscoa, ou seja, a Ressurreição de Cristo. Para isso foi utilizado o período da Páscoa judaica, que ocorre no 14º dia do mês de Nisã.

Considerando que Cristo ressuscitou no domingo, veio a se estabelecer que a Páscoa cristã é celebrada no primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera.

No século IV, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Cristo. Pelo sacrifício de Cristo na cruz e sua saída, vivo do sepulcro.

Jerusalém, por ter sido o local desses acontecimentos, é que deu início a essa tradição, seguida pelas demais igrejas. Assim à sexta-feira comemora-se a morte de Jesus Cristo, o sábado, dia de silêncio e recolhimento interior em respeito à morte do Senhor e de todos os que morreram acreditando e esperando nas promessas de Deus no Antigo Testamento; à noite do sábado e ao domingo a festa da ressurreição.

Na medida em que aumentava o número de cristãos, foi necessário organizar e fixar datas para comemorar a Ressurreição. Assim, conservou-se o seu sentido primeiro de libertação. Para os judeus, a Páscoa é a celebração da libertação da opressão vivida no Egito, de onde saíram liderados por Moisés. Para os cristãos, a Páscoa celebra a libertação da opressão do pecado, de todas as suas conseqüências e da morte, resgatados pelo sacrifício de Cristo na cruz e sua saída, vivo do sepulcro.

O Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a Entrada de Jesus Cristo na Cidade de Jerusalém para a Festa da Páscoa Judaica. Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho – simbolo da humildade – e foi Aclamado o Messias, Rei de Israel.

O sentido da festa do Domingo de Ramos: A entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e A Entrada de Cristo na sua Paixão. Essas duas realidades estão intimamente unidas. A Igreja nos convida a refletir que o mesmo Cristo aclamado Rei pela multidão no Domingo, é cruficidado sob o pedido da mesma multidão na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos Acontecimentos da Semana Santa, e também sua solene abertura.

A Quinta feira Santa

Os ofícios da Semana Santa chegam à sua máxima relevância litúrgica na Quinta-Feira Santa, quando começa o Tríduo Pascal, culminando com a Vigília do Sábado de Aleluia, a Ressurreição de Jesus Cristo

Na Missa dos Santos Óleos ou Missa do Crisma, a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a Bênção dos Santos Óleos, Batismo e Unção dos Enfermos, e a Consagração do Óleo do Crisma, usados ao longo do ano em todas as Paróquias da Diocese. Os padres fazem a Renovação das Promessas Sacerdotais.

Adquire especial importância de símbolo e de desafio para nossa vida o lava-pés, realizado em memória do gesto de Cristo para com os seus apóstolos antes da última ceia.

Na Quinta-Feira Santa, Cristo Ceou com seus Apóstolos, seguindo a tradição judaica do Sêder de Pessach, onde se deveria cear um cordeiro puro; com o seu sangue, deveria ser marcada a porta em sinal de purificação; a fim de que o anjo exterminador poupasse o primogênito da família da casa assinalada (décima praga) (Êxodo). Para nós o Cordeiro Pascoal é o próprio Cristo, Entregue em Sacrifício pelos nossos pecadose dado como Alimento no Pão Consagrado.

Sexta-feira Santa

Sexta-feira Santa, ou “Sexta-feira da Paixão”. É a data em que celebramos a Condenação, a Paixão, a Crucificação, a Morte e o Sepultamento de Jesus Cristo. A Igreja nos exorta a que neste dia observemos alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Jejum, Oração, Silênci e Abstinência de Carne, Via Sacra, Oração do Terço ou do Rosário, etc…

As regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no Sábado Santo se proste de joelhos diante do crucifixo como reverência ao máximo ato de amor e doação de Cristo na Cruz.

Celebração da Paixão do Senhor: Neste dia, a liturgia proibe a celebração da Santa Missa e toda a liturgia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende nos Introduzir no Mistério do Sofrimento e da Morte de Jesus, que aparece como uma ação livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

A veneração da Cruz, Sinal da Salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo Crucificado.

A Comunhão Eucarística é, a forma mais perfeita de União com o Mistério Pascal de Cristo, e por isso ponto culminante na nossa união com Cristo Crucificado. Comungamos do pão consagrado no dia anterior para exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

As Preces ou Oração Universal quer expressar a universalidade da salvação que é oferecida a todos em Cristo.

Uma tradição antiga, ainda em muitos lugares concluem as açoes liturgicas deste dia com uma reflexão sobre As sete palavras de Jesus  em seus últimos momentos. (é lógico que se trata de um apanhado nos Evangelhos e não de um fato. Seriam elas:

1.Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a);
2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43);
3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27);
4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34);
5. Tenho sede. (Jo 19,28 b);
6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a);
7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b).

O Sábado Santo

O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, assim como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações são as que fazem parte da Liturgia das Horas. São permitidas confissões e se necessário exéquias, mas sem Celebração de Missa. A distribuição da sagrada Comunhão Eucarística só é permitida sob a forma de Viático aos Doentes.

No Sábado Santo, é Celebrada a Vigília Pascal depois do anoitecer, quando tem início à Páscoa.

A Vigília Pascal é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a Primeira Celebração Oficial da Ressurreição de Jesus. Historicamente, é durante essa celebração que as pessoas (especialmente adultos) são batizados e adultos catecúmenos são recebidos em plena comunhão com a Igreja. É realizada nas horas de escuridão entre pôr-do-sol do Sábado Santo e o amanhecer do Domingo da Páscoa. A principal caracteristica Liturgica do tempo Pascal é o Canto do Glória e do Aleluia junto com a Proclamação da Páscoa cantada solenemente.

A Vigília Pascal consiste de quatro partes: 1)Breve Lucernário – 2)Liturgia da Palavra – 3)Liturgia Batismal – 4)Liturgia Eucarística

A Vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da Igreja, onde o fogo é abençoada. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio ou vela pascal é abençoado com um rito muito antigo e solene. Esta vela pascal será usado em toda o Tempo Pascal, permanecendo no templo, e durante todo o ano em batismos, Crismas e funerais, lembrando a todos que Cristo é a “Luz do Mundo”. Colocada num lugar dignamente preparado o Círio Pascal é incensada e solenemente  se entoa o canto Exulted, de tradição milenar. Conhecido também como Proclamação da Páscoa, ou Pregão Pascal“. Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem a Vitória de Cristo sobre a morte, passando pela libertação do Egito e até mesmo agradecendo a Adão pelo seu pecado “indispensável”, pois as consequências de tal pecado foram o motivo da Encarnação, Morte e Ressurreição de Cristo.

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego ??s?a) é a maior e a mais importante festa do Cristão. Na Páscoa celebramos a Ressurreição de Jesus Cristo.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa Cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida). Para nós a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte garantindo a todos os que aderem a Cristo e o seguem a Vida Nova na Ressurreição.

Feliz e Santa Páscoa a todos

Padre José Luis Beltrame

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